Teatro

Com uma ajuda dos utentes da APCC, pode ser fácil encontrar o caminho para casa…

O ano letivo está quase a ser retomado e, na APCC, há motivos redobrados para estarmos entusiasmados com esse facto: vamos poder continuar o projeto “Caminho para Casa” que, desde o final de 2018, um grupo de utentes da Unidade de Reabilitação de Deficientes Profundos (URDP) tem estado a desenvolver com as crianças do Jardim de Infância do Areeiro.

Este projeto é uma síntese de vários exercícios, praticados ao longo de dois anos nas aulas de Expressão Corporal da sala 2 da URDP, sob a orientação da professora Mariana Nunes. Desta forma, e entendendo ‘casa’ como uma metáfora para corpo, os participantes podem passear pela rua dos desafios, virar à esquerda na rua da diversidade, atravessar a estrada do desconhecido, subir a calçada da diversão, passear à beira do rio de si próprios, seguir em frente na rua da partilha e finalmente chegar ao destino.

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Compre 2, Venda 1: a imperdível campanha promocional do Projeto Estúdio para “Cem Linhas”!

“Cem Linhas” começou por ser um espetáculo apresentado na APCC, depois foi um livro e uma oficina integrada no “Coimbra a Brincar”, mais tarde uma performance na Feira Cultural de Coimbra e agora é… uma espécie de ação de marketing de guerrilha! Os membros do grupo de teatro Projeto Estúdio lançaram uma fantástica promoção ‘Compre 2, Venda 1’ para “Cem Linhas – Notas para um Espetáculo” e estão a dá-la a conhecer pela instituição!

Ontem, bateram a mais algumas portas do Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral e não faltaram clientes satisfeitos com a sua aquisição e com a possibilidade de, através da venda de um ou mais exemplares, dar a conhecer aos seus amigos este projeto, nascido da leitura de “Eu Espero…”, de Davide Cali – um livro que fala das coisas pelas quais se espera na vida.

“Cem ...

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A Valentina matriculou-se na Escola de São Bartolomeu…

A Alexandra, a Beatriz, o Duarte, o Gabriel, a Leonor, o Pedro, o Ricardo, o Tiago… e a Valentina! Todos sabem quem é a Valentina – uma boneca valente, que há mais de um ano acompanha os membros do Sala T um pouco por todo o lado – mas quem são os outros? São alguns dos elementos daquele grupo de teatro da APCC e dos alunos do 4º ano da Escola Básica de São Bartolomeu que, em conjunto, estão a fazer nascer um espetáculo.

Como vai ser essa etapa final ainda ninguém sabe, mas, para já, estão todos a aprender muito com o caminho para lá chegar. É, na verdade, tudo muito simples: como aconteceu no final da passada semana, alguns utentes da Associação deslocam-se regularmente àquele estabelecimento de ensino e, sempre liderados pela professora de teatro Mariana Nunes, realizam dinâmicas que levam os mais novos a questionar e a aprender coisas sobre eles mesmos e sobre o(s) outro(s).

Em ca...

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Utentes da APCC participaram em workshop para ficar a conhecer ‘por dentro’ o bailado “Parte de Coisa Nenhuma”

Experimentar alguns dos métodos utilizados na exploração de movimento que fez parte do processo criativo do bailado inclusivo “Parte de Coisa Nenhuma”. Foi este o objetivo do workshop ontem realizado, no âmbito da passagem do projeto homónimo daquele espetáculo por Coimbra, em que estiveram alguns dos utentes da APCC que integram os grupos de teatro Projeto Estúdio e Sala T.

Guiados pela coreógrafa Diana Seabra e por bailarinos participantes no espetáculo, os utentes da Associação experimentaram exercícios baseados na improvisação e na composição coreográfica e cumpriram diversas tarefas com o propósito de potenciar o desenvolvimento da criatividade e facilitar a expressão pessoal e coletiva.

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Projeto Estúdio e Sala T estiveram na Feira Cultural de Coimbra à procura de quem se atrevesse a ser inutilista

Quantas vezes já pôde falar abertamente com um estranho sobre algo que lhe é importante, sem precisar de se preocupar com juízos de valor ou consequências futuras? Foi essa oportunidade que os dois grupos de teatro da APCC deram aos visitantes da Feira Cultural de Coimbra, numa performance que foi à procura e ao encontro de histórias comprovadamente inúteis, fossem elas segredos bem guardados, opiniões firmes ou dúvidas existenciais.

Em troca, os utentes da instituição que integram os coletivos Projeto Estúdio e Sala T – e as professoras de teatro Adriana Campos e Mariana Nunes – pediam apenas para serem também eles escutados. Para partilhar tinham os mais importantes estudos inutilistas, devidamente enquadrados pela legislação que define o inútil como o elemento transparente capaz de engrandecer a alma e enrubescer as maçãs do rosto e determina que ele deve ocupar 25% das horas do dia.

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