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Teatro

Loja de Vender FI: o faz de conta, agora nas páginas da revista da APECV

Em 2019, um dos grupos de teatro da APCC – o Projeto Estúdio – inaugurou um rentável negócio que convidava os consumidores a experimentar um elixir invisível e investiu numa rentável pergunta em miniatura: trouxe o faz de conta consigo hoje? Foi desta forma que se iniciou a história da Loja de Vender FI e é também assim que começa o artigo sobre esse projeto publicado no mais recente número da revista Imaginar, da Associação de Professores de Expressão e Comunicação Visual (APECV).

Nele, a professora de teatro Adriana Campos volta a colocar uma caixa de brinquedos no centro das atenções, apresenta os espeFIalistas e guia o leitor numa viagem pela experiência da Loja de Vender FI, explicando como a pergunta que era o seu mote se pode transformar numa pergunta para todos os dias. Porque, afinal, entre fórmulas e antídotos que, em vez de respostas, repetem perguntas, o negócio em que o Projeto Estúdio tem investido nos últimos anos, que existe desde o princípio dos tempos e que define a própria humanidade é o brincar.

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APCC estreia online “Mim”, um espetáculo que é um álbum das histórias dos utentes e da instituição

Chama-se “Mim” e é um álbum de histórias em forma de espetáculo. Foi criado na APCC e vai estrear no site da instituição no próximo dia 16 de dezembro. Nele, abrem-se as portas dos armários da Sala do Teatro, na Quinta da Conraria, para mostrar o que dizem os objetos que neles se guardam sobre os utentes que fazem o quotidiano daquele espaço. E, dessa forma, revelam-se histórias sobre a própria Associação, tanto dentro como fora dos seus muros.

Pensado inicialmente para ser um espetáculo com público presencial, “Mim” foi transformado tendo em conta as restrições provocadas pela pandemia, mas mantendo o propósito de dar vida a estas narrativas, sem baixar os braços nem adiar as palavras.

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Na Quinta da Conraria, estes são dias de ensaios de “Mim”, o espetáculo que é parte do “Museu de Nós!”

A história do Vasco. A história da Diana. A história do Ricardo. A história da Alexandra. E várias outras histórias, tantas quantas aqueles que fazem o quotidiano da Sala do Teatro da APCC. São elas que estão em destaque no espetáculo inserido no projeto “O Museu de Nós!”, que está a tomar forma e cujos ensaios têm vindo a decorrer na Quinta da Conraria.

Entre portas que se abrem e objetos que falam por si, o texto é percorrido da mesma forma que os caminhos percorridos pelos utentes da Associação ao longo das suas vidas o ajudaram a construir. E há gestos que permitem contar o que cada um quer dizer sobre si, movimentos que se repetem, que se testam, para que nada falhe nesta apresentação com tanto de pessoal como de emotivo.

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No Dia Mundial do Cinema, APCC vai mostrar pela primeira vez duas curtas criadas pelos colaboradores e utentes da instituição

E se vos disséssemos que a Quinta da Conraria já foi uma espécie de Cidade do Cinema da APCC? Foi em 2011 e 2016 que as indicações de “Luzes! Câmara! Ação!” se repetiram inúmeras vezes naquele espaço, dando o mote para a rodagem das curtas-metragens “A Ascensão e Queda de Agá” e “Mudo”, da responsabilidade de colaboradores e utentes da instituição.

Estes dois filmes foram exibidos internamente, mas nunca chegaram a marcar encontro com um público alargado, e por isso, nestes tempos em que damos por nós a vasculhar o baú e a (re)encontrar memórias, que melhor oportunidade pode haver para os estrear do que a iminente celebração do Dia Mundial do Cinema? É isso que vai acontecer no próximo dia 5 de novembro!

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“O Museu de Nós!”: ateliê online ‘trouxe’ experiência do “Museu da Existência” à Quinta da Conraria

Quando a ideia d’”O Museu de Nós!” – um espaço onde serão guardadas as histórias que fazem parte da APCC – começou a nascer, teve desde logo como inspiração o Museu da Inocência, de Orhan Pamuk, distinguido com o Prémio Museu Europeu do Ano 2014. E esta era uma influência partilhada com o espetáculo/exposição “Museu da Existência”, que a companhia de teatro Amarelo Silvestre estreou em 2016.

Foi, por isso, um encontro de dois universos distintos, mas com muito em comum, o que aconteceu no final da semana passada, quando a professora Mariana Nunes e os membros do grupo de teatro Sala T se juntaram na Quinta da Conraria para um ateliê online com Fernando Giestas, dramaturgo e cofundador daquele coletivo teatral sedeado em Nelas. O propósito anunciado era que todos partilhassem um pedaço da sua memória, contribuindo dessa forma para o desenvolvimento d’”O Museu de Nós!”

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