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Teatro

“Cem Linhas”, do Projeto Estúdio da APCC, ‘viajou’ desta vez até Vila Real

“Cem Linhas”, um trabalho no âmbito da expressão dramática desenvolvido pelo coletivo de utentes da APCC Projeto Estúdio, foi ontem apresentado pela professora de teatro Adriana Campos durante as II Jornadas de Animação Cultural e Comunitária, que estão a decorrer na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real.

Com a dinamização do workshop “Cem Linhas – Arte e educação por um fio”, foi oferecida aos participantes a oportunidade de experimentar o processo que permite que, no âmbito deste projeto e em contexto de deficiência, se prove que a comunicação não é uma ferramenta restrita de alguns e que a arte, no seu sentido mais abrangente, pode ser um espaço de exceção, cidadania e, sobretudo, de encontro.

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Ontem houve uma lição de voo na Aula Aberta de Expressão Corporal

No grupo de Expressão Corporal da APCC, o corpo é um instrumento de trabalho. Sob a orientação da professora Mariana Nunes, estes utentes da instituição descobrem novas possibilidades, empurram limites para mais e mais longe, surpreendem e surpreendem-se com coisas que talvez eles próprios julgassem impossíveis. Fazem isto a cada sessão, sempre com redobrados entusiasmo e espanto.

Para este ano, decidiram que era importante que utentes de outras salas da Quinta da Conraria percebessem o trabalho que realizam e, por isso, abriram as suas aulas: uma vez por mês ao grupo de teatro, esporadicamente a outras respostas da Associação. Ontem, foi um desses dias, com uma Aula Aberta dedicada ao tema Voar.

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O Estado da Arte reuniu extraordinariamente na APCC… mas houve alguma utilidade nisso?

A primeira-ministra e a ministra da Inutilidade decretaram a realização da magna reunião, à qual compareceram os ministros e ministras Poética, da Felicidade, do Défice de Atenção, do Riso Permanente, do Nada Para Dizer, da Arte Biológica, da Criatividade, da Limpeza Burocrática, do Sim e do Não (embora, neste caso, altamente contrariada). Quem também não faltou foram os Artistas, que formaram o colégio eleitoral de uma importantíssima Reunião Extraordinária do Estado da Arte.

Foi ontem, em plenas instalações da APCC na Quinta da Conraria, e da ordem de trabalhos não constava nenhum ponto útil. Foi por isso que se votou inutilmente para a eleger a Arte Inutilmente Suprema de entre um conjunto de opções que incluía a arte de encolher os ombros, a arte de saber comunicar, a arte de ir com a maré, a arte de se fazer ouvir, a arte de esperar sentado, a arte de não fazer nada, a arte de saber comunicar e a arte pela arte.

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“Isto não é uma exposição” já foi inaugurada, sessões repetem-se entre hoje e quarta-feira

Decorreram na passada sexta-feira (8 de dezembro) as três primeiras sessões de “Isto não é uma exposição”, a iniciativa da APCC que é um encontro entre a terapia ocupacional e a arte e que se repetirá nos próximos dias 11, 12 e 13. Os visitantes puderam perceber como objetos comuns do quotidiano precisam de ser adaptados para serem usados por pessoas com deficiência, mas também assistir e participar em jogos e num mini-espetáculo inspirados por esses mesmos objetos.

Foi assim que se descobriu, por exemplo, que as colheres usadas nas rotinas de alimentação são todas dobradas na sua nova forma pelo ‘Homem mais forte do mundo’, ou pelo menos que é isso que a imaginação pode permitir supor. Ou que a comunicação é sempre possível, mesmo quando existem obstáculos, e que há objetos que podem ajudar a superá-los.

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APCC convida para “Isto não é uma exposição”, um encontro entre a terapia ocupacional e a arte

Se isto não é uma exposição, o que é? É um encontro entre a terapia ocupacional e a arte. É uma visita a um mundo que não é como costuma. É um convite ao público para ter limites de faz de conta. “Isto não é uma exposição” consiste numa visita guiada que termina num Experimentário, que decorrerá no Welcome Center e na Loja 3 do Convento São Francisco, nos dias 8, 11, 12 e 13 de dezembro.

Trata-se de uma iniciativa da APCC, em que colaboradores e utentes da instituição levarão os visitantes numa viagem por objetos comuns, pelas suas adaptações em contextos de terapia e por situações dramatizadas em que a imaginação ultrapassa a realidade.

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