Utentes e assistentes pessoais fizeram primeiro balanço da atividade do CAVI da APCC

Foi na passada terça-feira que utentes e assistentes pessoais do CAVI – Centro de Apoio à Vida Independente da APCC se reuniram pela primeira vez para, em conjunto, fazer um primeiro balanço deste projeto que, desde há cerca de quatro meses, tem permitido a 13 pessoas com deficiência ou incapacidade ter um maior grau de independência nas suas vidas.

Além de temas e dúvidas de índole mais prática – como questões relativas a horários, transportes ou aos respetivos planos individualizados de assistência pessoal – a ocasião serviu particularmente para perceber o que já mudou no modo e na qualidade de vida dos beneficiários deste apoio. Em cima da mesa estiveram também algumas possibilidades de melhoria do MAVI – Modelo de Apoio à Vida Independente.

As reflexões feitas em conjunto irão agora ser analisadas e ajudar a definir o caminho a trilhar no desenvolvimento do CAVI da APCC: esta estrutura funciona, recorde-se, no âmbito do desenvolvimento do já referido MAVI, um projeto-piloto nacional cofinanciado pelos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento — Programas Operacionais do Portugal 2020.

A Bolsa de Assistentes Pessoais da APCC conta atualmente com 8 assistentes. O seu papel é apoiar a pessoa com deficiência apoiando-a na realização de atividades em domínios como a higiene, alimentação, deslocações, mediação de comunicação, contexto laboral, frequência de aulas, cultura, lazer ou cidadania, entre outros.

O CAVI – Centro de Apoio à Vida Independente da APCC pretende garantir condições de acesso ao pleno desenvolvimento da autonomia e do exercício da cidadania, bem como à participação cívica e política.