Magazine Desporto Adaptado

 

 

Reportagem efetuada em 23 de fevereiro, em Vila Franca de Xira. A APCC – Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra competiu no torneio.

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Atletas conquistaram 8 medalhas em Lisboa

TricicletaMAR2014

7.º Campeonato Nacional de Tricicleta

Sandra Semedo, Luísa Fernandes e Mariana Amado, atletas da APCC – Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra, conquistaram oito medalhas no 7.º Campeonato Nacional de Tricicleta que decorreu em 26 de março, em Lisboa.

A prova decorreu na Pista Municipal Professor Moniz Pereira. Sandra Semedo trouxe 4 medalhas de ouro, enquanto Luísa Fernandes arrecadou 3 de medalha e Mariana Amado 1 de prata.

Participaram 19 atletas em representação de cinco clubes: Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa (APCL), APCC, Associação do Porto de Paralisia Cerebral (APPC), Centro João Paulo II (JPII) e Vila Urbana de Valbom (VUV).

Foi uma organização da PCAND e APCL.

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Raquel e Ricardo competiram em Évora

BC3

Em 15 e 16 de março

Raquel Miranda e Ricardo Ferreira foram os atletas da APCC – Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra que participaram no Campeonato Nacional de Boccia, Zonas Centro e Sul, Classe BC3 que decorreu em 15 e 16 de março, no Pavilhão Desportivo da Universidade de Évora.

Foi uma organização da PCAND que contou com o apoio da Associação de Paralisia Cerebral de Évora.

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Atletas participaram em Torneio de Natação

Ludodesporto

Atletas de natação da APCC – Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra participaram no 4.º Torneio de Natação a APPACDM de Penacova, em 26 de março.

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Resolução sobre Dia da Paralisia Cerebral foi publicada

Em Diário da República

Foi publicado em Diário da República, 1.ª Série – N.º 57, em 21 de março, a Resolução da Assembleia da República n.º 27/2014 que institui o dia 20 de outubro como o Dia Nacional da Paralisia Cerebral.

A Federação das Associações Portuguesas de Paralisia Cerebral (FAPPC) considera tratar-se de «um marco importante na vida das pessoas com Paralisia Cerebral». «Além da simbologia do dia instituído, pretende-se que seja, também, uma forma de dar maior relevância e visibilidade às pessoas com Paralisia Cerebral, sensibilizando a sociedade civil para a importância do respeito e da inclusão e para a necessidade de apoio na defesa da efetiva realização dos seus direitos», acrescenta a FAPPC.

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