Instituição

História

Foi em 1975 que a actividade da APCC – Associação de Paralisia Cerebral de Coimbra teve início, com o reunir de esforços de um grupo de pais e técnicos. Até 2005, esta Instituição Particular de Solidariedade Social sem fins lucrativos apelidou-se de NRC-APPC, ou seja, Núcleo Regional Centro da Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral.

O Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral de Coimbra (CRPCC) foi logo criado, tendo como objectivo a reabilitação de crianças com Paralisia Cerebral e doenças neurológicas afins. Em Setembro de 1977, com a sua oficialização, o CRPCC passou a ter gestão própria.

Em 1983, entrou em funcionamento a Quinta da Conraria, através de um protocolo com o Centro Regional de Segurança Social do Centro. Dava-se continuidade ao processo de reabilitação.

A entrada de Portugal no mercado comunitário possibilitou o desenvolvimento de acções formativas. Em 1989, começava a Formação Profissional, cuja resposta foi sendo diversificada ao longo dos anos, de forma a responder a pessoas com deficiência e a jovens e adultos em risco de exclusão social, todos eles provenientes da região Centro.

O Centro de Actividades Ocupacionais (CAO) foi criado em 1992, salientando o compromisso inicialmente estabelecido em termos de reabilitação e de integração da pessoa com deficiência. 

Na década de 90, iniciou-se a actividade em termos internacionais através de um projecto sobre novas metodologias de formação em pessoas com paralisia cerebral.

Criou-se o Lar de Apoio e o Lar Residencial, respostas que pretenderam responder a clientes e famílias. Surgiram, também, os serviços abertos à comunidade.

O âmbito de intervenção da APCC tem-se alargado cada vez mais. A instituição tem apostado na qualificação e especialização dos colaboradores, a fim de criar serviços de ponta.

 

Objectivos institucionais

Sensibilizar a comunidade para a problemática da pessoa com deficiência ou incapacidade.

Envolver a comunidade na problemática da prevenção da paralisia cerebral.

Criar e desenvolver serviços e unidades de reabilitação, habilitação, formação e integração.

Criar e desenvolver serviços e unidades direccionadas para a pessoa com necessidades complexas de reabilitação e integração.

Criar e desenvolver serviços de apoio à família da pessoa com deficiência.

Promover a actualização e especialização de recursos humanos em reabilitação.

Estabelecer parcerias nacionais e transnacionais para a promoção e divulgação dos direitos da pessoa com deficiência.

Promover a filiação de entidades em associações congéneres nacionais e internacionais.

 

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