Um dia entre a arte antiga e a arte da marioneta: APCCCultura continua a promover a arte de descobrir e incluir

Em qualquer obra artística, há sempre pelo menos duas histórias – a sua própria e a de quem dela frui – mas, na maior parte das vezes, são até muitas mais, tantas quantas a imaginação humana consegue vislumbrar. Não sabemos quais as histórias que mais prenderam os utentes na APCC que, no passado sábado, visitaram o Museu Nacional de Arte Antiga e o Museu da Marioneta, mas sabemos que elas os deixaram deslumbrados e absolutamente rendidos.

E sabemos isso porque uma promessa teve de ser feita: voltar, assim que possível! É a confirmação da premissa que o programa APCCCultura (que promove iniciativas dirigidas aos utentes da instituição nos campos da arte e da cultura, mas também do lazer) pretende mostrar em termos práticos: a cultura estética e as vivências artísticas, sobretudo quando experimentadas em grupo, são o derradeiro meio de inclusão.

Estas visitas foram realizadas no âmbito da nova coleção que está a ser criada no Departamento de Expressão Plástica, dedicada ao corpo. E entre as deslumbrantes coleções do Museu Nacional de Arte Antiga, dedicadas à pintura, à escultura, ao desenho e às artes decorativas, a verdadeira volta ao mundo dos bonecos articulados proporcionada pelo Museu da Marioneta e as igualmente importantes oportunidades para conviver, houve muitas descobertas que foram feitas.

O programa APCCCultura dá aos utentes da Associação a oportunidade de conhecer mais do mundo que os rodeia e nele participar ativamente. O objetivo genérico de contribuir para aumentar a qualidade de vida é perseguido através da promoção do direito de cada indivíduo ao acesso à cultura e do contributo para uma consciencialização sobre as ideias de igualdade e dignidade, contribuindo dessa forma para a construção de uma estrutura de conhecimento que tenha em conta as áreas de interesse de cada pessoa.

O desenvolvimento de atividades ligadas à arte é uma parte fundamental da ação da APCC enquanto promotora da inclusão social. No Departamento de Expressão Plástica, em particular, coloca-se em prática uma visão da arte não como uma “fábrica de artistas”, mas antes como um veículo para despertar a criatividade e a imaginação. Pode saber mais em www.apc-coimbra.org.pt/?page_id=528.