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Notícias

Mais fortes: conferência ajudou a perceber como o projeto “Moonwalk” tem vindo a contribuir para o empoderamento de jovens com deficiência

«Quando te vejo, sinto-me forte, como se conseguisse fazer qualquer coisa. Que até eu valho alguma coisa». A frase, retirada de uma série de animação japonesa, foi lida por André Vitorino – um dos jovens com deficiência que integrou a formação-piloto do “Moonwalk” – na conferência de apresentação dos resultados daquele projeto europeu, em que a APCC é parceira, que decorreu no dia 30 de novembro, no Conservatório de Música de Coimbra.

A partilha da citação pretendeu sintetizar o crescimento e a ligação pessoais (dos quais Catarina Vitorino, João Rodrigues e Raquel Miranda deram também testemunho durante o encontro) que aquele grupo de pessoas pôde experimentar ao longo do projeto e que foram decisivos para o balanço positivo que todos fizeram do seu envolvimento, bem como para a disponibilidade expressa de dar seguimento às aprendizagens realizadas.

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O Advento da APCC – ou #adventoapcc – começa hoje e vai ter muitos momentos de partilha até ao Natal

Hoje é dia 1 de dezembro e, na APCC, a primeira de 24 janelas vai ser aberta e ninguém sabe muito bem o que ela irá revelar, o que elas irão revelar… Bem, na verdade, para a voluntária austríaca Antonia Tiepoldt, o Calendário do Advento da Associação – sim, é disso mesmo que estamos a falar – não tem segredos, porque ele nasceu de uma ideia sua e foi ela que pensou em cada mensagem em forma de partilha que será desvendada até ao dia 24 de dezembro.

Vão ser três semanas e meia a pensar no que é verdadeiramente importante nesta quadra natalícia – e, inevitavelmente, também nas nossas vidas e na vida da comunidade que é a APCC. Mas nada como dar a palavra à Antonia para explicar, pelas suas palavras, o que aí vem. Por isso, partilhamos o texto que utentes e colaboradores irão encontrar junto ao refeitório do Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral.

«Deze...

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Quem quer criar o cartaz da próxima edição do “Coimbra a Brincar”?

O “Coimbra a Brincar” lança novamente o desafio: quem quer criar o cartaz da próxima edição? A participação é aberta a todos os residentes em Portugal, que poderão fazê-lo individualmente ou em grupo. O prazo para enviar as propostas é o dia 21 de janeiro de 2022, cabendo depois ao júri escolher entre 3 a 5 finalistas, com o grande vencedor a ser aquele que consiga ter mais gostos e partilhas no Facebook!

Razões para participar há muitas, desde logo porque é uma forma também de brincar e essas nunca são suficientes! Depois, ainda haverá prémios para distribuir pelo vencedor absoluto e duas menções honrosas – todos não monetários e relacionados com as atividades dos parceiros e patrocinadores do evento – que serão anunciados oportunamente.

Ainda há ma...

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Ein leckeres mittgessen, ou como foi deliciosa a ‘paragem’ alemã dos Almoços Interculturais da APCC

Desta vez, os Almoços Interculturais do voluntariado da APCC levaram-nos até às margens do Reno… Ou então, às margens do Freiberger Mulde, rio que banha a cidade de Döbeln, de onde é originária a voluntárias europeia e ‘chef por dois dias’ Luise Göttlich. Certo é que parámos na Alemanha, em mais uma escala da viagem gastronómica que temos vindo a fazer no Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral e na Quinta da Conraria!

A ementa foi um verdadeiro festim para as papilas gustativas, mas não deixou de nos enrolar a língua: para entrada, foi servida uma linsensuppe (sopa de lentilhas), o prato principal foram klöße in pilzrahmensoße mit rotkraut (bolinhas de batata com recheio de pão torrado e molho de cogumelos com salada de couve roxa) e para sobremesa houve zupfkuchen (tarte de mármore). Sabia tudo tão bem quanto nos parece impossível acertar com a pronúncia…

Para esta t...

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Já é (quase) Natal na área de Serviços do CACI da APCC

Bonecos de neve, bolas e coroas de Natal, presépios e, claro, Pais Natais! Tudo isto está tudo a começar a tomar forma na área de Serviços do CACI – Centro de Atividades e Capacitação para a Inclusão da APCC, porque dezembro está quase aí e já muitos contam os dias para a festa natalícia. Os utentes envolvidos não descuram nenhum pormenor e dedicam toda a sua atenção ao trabalho… afinal de contas, também há muito orgulho da sua parte nos lindíssimos artefactos que saem das suas mãos e razões para isso não faltam!

O processo é, ele próprio, uma espécie de milagre de Natal, porque estamos a falar de transformar restos de meias, pedaços de esponja e de cartão ou sobras de tecidos em peças deslumbrantes – nada que, por aqui, seja novidade: a reutilização de materiais é prática recorrente e um comprovado ‘motor para a criatividade.

Até ao Nata...

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