Quinta da Conraria

… e ainda mais amor no Baile dos Namorados da Quinta da Conraria!

Também na Quinta da Conraria se celebrou o Dia dos Namorados! A organização da festividade ficou por conta da equipa da Quinta Pedagógica e, com a enorme experiência que os seus elementos têm em eventos memoráveis e com tantos sentimentos apaixonados que se juntaram na Sala Multiusos para um passinho de dança, a festa tinha mesmo de ser fantástica!

Coube ao grupo de teatro Sala T abrir as (amorosas) hostilidades do Baile dos Namorados, com uma enérgica coreografia, mas quem levou a animação pela tarde fora e fez o amor ganhar asas foi o DJ Punk (Fausto Sousa, vocalista dos 5ª Punkada), que não ‘deixou’ que utentes, formandos e até colaboradores da APCC ficassem parados, ao som de muitos grandes temas da música popular.

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Muito amor no Mercadinho do Centro de Reabilitação…

Não é que o Mercadinho do Centro de Reabilitação da APCC seja um caso de amor, mas lá que exige muita cumplicidade… É que junta os esforços de vários serviços da APCC – nomeadamente, do Gabinete de Voluntariado, da Quinta Pedagógica e da Quinta Biológica – para, semanalmente, levar os melhores produtos da Quinta da Conraria até às mãos (e, depois, às casas) dos colaboradores que trabalham no Vale das Flores.

Mas na passada quinta-feira, foi mesmo de amor que se tratou, porque também o Lar Integrado se juntou a esta dinâmica para realizar uma espécie de edição especial de Dia dos Namorados, a que se chamou – apropriadamente! – Mercadinho do Amor. E assim, além dos habituais produtos vendidos nesta iniciativa (como o arroz doce, as bolachas, os vegetais e as frutas) houve ainda muitos outros, produzidos pelos utentes daquela unidade residencial da Associação.

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Os Ligados às Máquinas também vão fazer parte da orquestra comunitária ‘Nós 19’!

É a apresentação de uma orquestra comunitária constituída por músicos amadores e profissionais de cada um dos 19 municípios da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra: o concerto ‘Nós 19’ vai acontecer amanhã, dia 12 de janeiro, no Convento São Francisco, e entre as cerca de 200 pessoas que subirão ao palco vão estar quatro membros dos Ligados às Máquinas, a orquestra de samples da APCC.

No primeiro ensaio que envolveu Jorge Arromba, José Miguel Morgado, Sérgio Felício e o professor de música Paulo Jacob, que decorreu ontem na Quinta da Conraria e foi dirigido pelo maestro Tim Steiner, tudo pareceu surgir naturalmente: a vertente eletrónica que os responsáveis pelo espetáculo procuravam nos Ligados às Máquinas ‘encaixou’ de forma prometedora no espírito das obras originais compostas para esta apresentação.

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Bispo de Coimbra visitou a Quinta da Conraria

No âmbito de uma visita pastoral à paróquia de Castelo Viegas, o bispo da Diocese de Coimbra fez questão de conhecer a Quinta da Conraria. Desta forma, Virgílio Antunes foi ontem recebido pelo presidente da Direção, Antonino Silvestre, pela vice-presidente Fátima Januário e outros responsáveis da APCC, tendo ainda contactado com utentes, formandos e colaboradores da instituição.

A visita inclui uma passagem pela capela da Quinta, datada do séc. XIX, mas também por diversos serviços e respostas sociais da Associação que se encontram sediadas naquele local, como a formação e as atividades ocupacionais, entre outros. Foi assim possível mostrar um pouco da dinâmica quotidiana daquele espaço e da diversidade de interações que ali ocorrem.

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Com uma ajuda dos utentes da APCC, pode ser fácil encontrar o caminho para casa…

O ano letivo está quase a ser retomado e, na APCC, há motivos redobrados para estarmos entusiasmados com esse facto: vamos poder continuar o projeto “Caminho para Casa” que, desde o final de 2018, um grupo de utentes da Unidade de Reabilitação de Deficientes Profundos (URDP) tem estado a desenvolver com as crianças do Jardim de Infância do Areeiro.

Este projeto é uma síntese de vários exercícios, praticados ao longo de dois anos nas aulas de Expressão Corporal da sala 2 da URDP, sob a orientação da professora Mariana Nunes. Desta forma, e entendendo ‘casa’ como uma metáfora para corpo, os participantes podem passear pela rua dos desafios, virar à esquerda na rua da diversidade, atravessar a estrada do desconhecido, subir a calçada da diversão, passear à beira do rio de si próprios, seguir em frente na rua da partilha e finalmente chegar ao destino.

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