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Inclusão, participação, acesso e diferença foram algumas das ideias em destaque em mesa redonda que juntou agentes diversos da área musical

A experiência pessoal de Fátima Pinho nas relações quotidianas e também nos palcos como teclista dos 5ª Punkada, o trabalho de Hugo Ferreira e da ‘sua’ Omnichord com a banda pop/rock da APCC e a importância que atribuem à promoção da diferença, a vontade do Conservatório de Música de Coimbra e do seu subdiretor Hugo Brito de abrir as portas a essa diferença e contrariar a prática histórica daquelas escolas como locais de exclusão e o entusiasmo da investigadora e docente Cristina Faria com o muito que se pode fazer ao nível do ensino e da formação de professores para promover a participação de todos.

Foram estes os pontos principais da mesa redonda “Música e Deficiência – um diálogo em construção”, na qual se discutiu o acesso à cultura por parte das pessoas com deficiência, nomeadamente à prática e à criação musical. A iniciativa decorreu no dia 15 de julho, no Auditório do Conservatório, integrada no projeto europeu “Change 2 Regard”, dinamizado pela APCC com instituições parceiras da Bélgica, França e Canadá.

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A arte de Liliana Ferreira (e da APCC) vai estar em exposição na ‘sua’ Granja de Ançã

Liliana Ferreira tem 41 anos e nasceu em Coimbra, tendo vivido toda a sua vida em Granja de Ançã. E é a antiga escola básica daquela localidade, que frequentou em criança e foi entretanto transformada no Centro Comunitário da Granja e Gândara, que vai receber uma exposição em nome individual desta artista, reunindo uma dezena de obras produzidas no âmbito das sessões de artes plásticas da APCC. A inauguração vai ter lugar no dia 15 de julho, pelas 19H00.

Os trabalhos em exibição dizem respeito a um projeto artístico, na área da arte digital, que Liliana Ferreira tem vindo a desenvolver na última década. Através do desenho e da pintura – para os quais usa a boca, recorrendo a ferramentas de software – revela um universo muito particular, um mundo fantástico só parcialmente inspirado na realidade. Como imagem de marca, tomou para assinatura a figura de uma borboleta, que a define tão bem como qualquer traço.

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Não há três sem quatro?! Casa do Campo também teve o seu arraial popular!

No passado sábado houve Marchas Populares na Casa do Campo da Quinta da Conraria, mas antes de contarmos como tudo aconteceu, temos uma confidência para fazer: o plano inicial era ter celebrado os Santos algumas semanas antes, mas a meteorologia trocou as voltas a utentes e colaboradores – ou, se preferirem, aos foliões da APCC. Mas não os desencorajou nem os demoveu de fazer a festa, o que nos leva então ao arraial do passado fim de semana!

A letra da marcha – escrita no ano passado, com a participação de todo o grupo – fez tanto sucesso que estava na ponta da língua e não houve quem dela não se lembrasse, mas antes dos marchantes darem a sua volta, talvez o intenso calor fizesse duvidar da possibilidade de a animação durar até ao fim sem cansaços… Mas quem assim pensasse não podia estar mais enganado e, por isso, o que não faltou foi mesmo alegria!

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Projeto “Change 2 Regard”: mesa redonda sobre música e deficiência cruza experiências de artistas, promotores e academia

O acesso à cultura, nomeadamente à prática e à criação musical, por parte das pessoas com deficiência vai ser o mote para uma mesa redonda, que terá lugar no dia 15 de julho e em que marcarão presença músicos, promotores musicais, investigadores, professores e outros intervenientes em vários estágios do processo de produção artística. Trata-se de uma iniciativa que pretende ainda dar a conhecer os resultados do projeto “Change 2 Regard”, dinamizado pela APCC com instituições parceiras da Bélgica, França e Canadá.

O tema central será abordado de perspetivas diversas, que irão do processo colaborativo que levou à gravação e edição do primeiro disco dos 5ª Punkada e posterior digressão de promoção, ao papel desempenhados pelos conservatórios e pelas instituições de ensino superior. Antes deste espaço de discussão, serão apresentados os produtos finais realizados no âmbito do referido projeto europeu, nomeadamente um manual de boas práticas sobre música, tecnologia e acessibilidade.

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Finalmente juntos: elementos do Sala T apresentaram “Mim”, o espetáculo que conta as suas histórias, aos familiares

E se na Quinta da Conraria, casa que guarda metaforicamente as histórias da APCC, dos seus utentes, familiares e colaboradores, fosse criado um espaço real onde essas histórias pudessem ser fixadas e, simultaneamente, reimaginadas de cada vez que as contassem? Já vai distante no tempo esta ideia que viria a dar origem ao projeto “O Museu de Nós!” e, integrado nele, a um álbum de histórias em forma de espetáculo, de nome “Mim”, criado pelo grupo de teatro Sala T e que foi estreado online em dezembro de 2020.

Desde esta data que as histórias acabaram por ficar guardadas nos armários da Sala do Teatro da Quinta da Conraria, local diário das dinâmicas de expressão dramática. Mas as portas desses armários voltaram a ser abertas na passada semana, para partilhar com os familiares dos membros daquele coletivo teatral duas novas apresentações de “Mim” (já depois de, em setembro e outubro do ano passado, algumas sessões dirigidas a utentes da Associação).

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