Um ano de “Chá das Seis” para contar 40 anos de história da APCC

Em 2015, ano em que a APCC celebra 40 anos, o “Chá das Seis” foi dedicado aos pioneiros (e protagonizado por eles): os primeiros utentes, a primeira direção, os primeiros técnicos, os primeiros professores. E ontem, Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, o ciclo foi fechado com os primeiros pais.

Luísa Cruz e Silvano Lemos, dois dos ‘pais fundadores’ da APCC, foram os convidados do último “Chá das Seis” deste ano. Foi a altura de voltar a recordar os primeiros dias da Associação, antes até do seu nascimento enquanto Núcleo Regional do Centro da Associação Portuguesa de Paralisia Cerebral.

Numa sessão que foi dedicada ao tema “40 anos a pensar a deficiência”, ouviu-se falar de passeios de carro à noite pela cidade de Coimbra em busca de casas abandonadas, ou de uma ‘invasão’ pacífica de uma reunião do Sindicato dos Bancários para explicar a premência de encontrar uma sede para a nascente instituição. Mas vincou-se sobretudo uma ideia, dita por Luísa Cruz mas prontamente confirmada por todos os presentes: «A história da APCC é uma história com muito amor».

Aproveitando a circunstância de este ser o último “Chá das Seis” dedicado aos 40 anos da Associação, o presidente Antonino Silvestre fez questão de agradecer ao Gabinete do Voluntariado (responsável por esta iniciativa) a viagem proporcionada por estas sessões.

O “Chá das Seis” tem como objetivo proporcionar a partilha de experiências entre a comunidade que constitui a APCC, juntando voluntários, utentes, familiares, colaboradores, sócios e outros amigos. Em 2015, esta iniciativa foi integrada no programa das comemorações dos 40 anos da Associação e por ali passaram Beatriz Vicente, Rosa Maria Rebelo, Teresa Vendeiro, Rui Cunha, Pilar Ribeiro, Joaquim Viegas, Luís Borges, António Teixeira, Luísa Cruz e Silvano Lemos.