Projetos

Comitiva italiana visitou a APCC para conhecer práticas de agricultura social

Um grupo de responsáveis políticos e associativos de Itália realizou ontem uma visita de trabalho à Quinta da Conraria, para conhecer a atuação da APCC na área da agricultura social. Faziam parte desta comitiva responsáveis autárquicos do município de Porto Tolle e elementos das associações C’entro e Luce sul Mare, das cooperativas sociais Castel Monte, Titoli Minori e La Goccia e da fundação IRPEA – Istituti Riuniti Padovani di Educazione e Assitenza.

Reunindo pessoas com interesses nas áreas da agricultura, serviço social, voluntariado e turismo, a visita teve particular enfoque na Quinta Biológica e no setor de agricultura convencional, embora tenha também sido visitada a Quinta Pedagógica “O Caracol” e abordada a área da jardinagem. Nas interações com os profissionais da APCC, e além de aspetos mais técnicos relativos à vertente agrícola, foram ainda trocados pontos de vista sobre as vantagens das atividades de agricultura social para os utentes nelas envolvidos.

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Projeto europeu de mais de 200 horas de formação continua a levar colaboradores da APCC a conhecer novas realidades

No final, terão sido cerca de 200 horas de formação, envolvendo dezenas de colaboradores: a APCC está empenhada na inovação como resposta aos novos desafios sociais e económicos e é neste contexto que tem vindo a decorrer um projeto com parceiros da Bélgica, Itália, Noruega, Reino Unido e Suécia. Foi nesse âmbito que um grupo de profissionais da instituição realizou na passada semana, pela primeira vez, uma visita de estudo à Associação Europeia para a Educação de Adultos.

Em Bruxelas, na Bélgica, nas interações com os elementos daquela organização, as colaboradoras da Associação – todas ligadas à área da formação profissional – puderam trocar ideias e comparar experiências, aos níveis nacional e europeu, sobre áreas como as políticas europeias de educação inclusiva, as ...

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Profissionais da APCC estiveram na Roménia para formação no âmbito de projeto que visa melhorar serviços na área da doença mental

O projeto MAGISTER, que junta a APCC e parceiros da Áustria e Roménia, pretende contribuir para a inclusão social das pessoas afetadas por alguma forma de doença mental, promovendo a qualidade dos serviços prestados pelos profissionais que trabalham nessa área. Pretende ainda melhorar a oferta formativa na área da saúde mental, promover a colaboração entre as organizações intervenientes e a transferência de boas práticas.

Foi neste contexto, e em particular do objetivo de contribuir para a formação de profissionais de qualquer área de intervenção, que exerçam a sua atividade junto de pessoas com necessidades especiais de saúde mental, que um grupo de técnicos da Associação esteve em Bucareste, na passada semana, para uma iniciativa que juntou colaboradores da Universidade de Ciências Aplicadas de Vorarlberg (Austria), da Organização Humanitária Concordia e da Fundação Estuar (Roménia).

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APCC é parceira em projeto europeu para melhorar a qualidade de vida das pessoas com doença mental e que envolve técnicos e forças de segurança

Pessoas com doença mental, técnicos de instituições e agentes das forças de segurança: todos estão envolvidos nos objetivos e no desenvolvimento do projeto TRUST – Tailoring Law and Health Initiatives to promote Inclusion on Mental Illness, em que a APCC é parceira do Centro de Direito Biomédico da Universidade de Coimbra e de outras entidades da Espanha, Holanda e Roménia.

Os impactos diretos da iniciativa passam por, junto das pessoas com perturbações mentais, promover a qualidade de vida, reforçar a autodeterminação e alcançar progressos na educação e formação. Junto dos agentes policiais, pretende-se aumentar o conhecimento sobre a área da saúde mental e a capacidade de comunicação com aquelas pessoas, bem como prepará-los para intervir em situações de crise. Já com os técnicos, propõe-se aumentar as suas qualificações e promover uma melhor relação com esta população.

Assim...

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Exposição “Insetos” já foi inaugurada: até 28 de dezembro, até os mais impressionáveis podem passar pela Quinta da Conraria

Na Sala O2 da APCC, o ritmo de trabalho é elevado: ainda há três semanas era inaugurada uma exposição de autorretratos na forma de fantoches, e já ontem mesmo mais uma mostra de trabalhos realizados pelos utentes daquele espaço abriu portas. Desta vez, tratam-se de linoleogravuras com representações (e interpretações) de insetos, que ficarão patentes até ao dia 28 de dezembro.

O processo de criação destas obras foi intenso e didático: tudo começou pelos desenhos, que foram depois passados para placas de linóleo, que seriam por sua vez recortadas com goivas e usadas como matriz para a gravação com tintagem e impressão, com prensa, em papel. O resultado final são as 17 linoleogravuras agora exibidas, e que foram também impressas em séries curtas – de cinco e dez unidades – com valor de coleção, podendo ser adquiridas durante o tempo da exposição.

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