URDP

Com uma ajuda dos utentes da APCC, pode ser fácil encontrar o caminho para casa…

O ano letivo está quase a ser retomado e, na APCC, há motivos redobrados para estarmos entusiasmados com esse facto: vamos poder continuar o projeto “Caminho para Casa” que, desde o final de 2018, um grupo de utentes da Unidade de Reabilitação de Deficientes Profundos (URDP) tem estado a desenvolver com as crianças do Jardim de Infância do Areeiro.

Este projeto é uma síntese de vários exercícios, praticados ao longo de dois anos nas aulas de Expressão Corporal da sala 2 da URDP, sob a orientação da professora Mariana Nunes. Desta forma, e entendendo ‘casa’ como uma metáfora para corpo, os participantes podem passear pela rua dos desafios, virar à esquerda na rua da diversidade, atravessar a estrada do desconhecido, subir a calçada da diversão, passear à beira do rio de si próprios, seguir em frente na rua da partilha e finalmente chegar ao destino.

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Utentes da APCC tiveram encontro com a magia

Um grupo de utentes da APCC que frequentam a Unidade de Reabilitação de Deficientes Profundos (URDP) teve, na passada sexta-feira (21 de setembro) um encontro muito especial: assistiram a um espetáculo integrado nos Encontros Mágicos de Coimbra, na Baixa da cidade, e puderam por momentos viajar a esse mundo onde tudo é possível.

Assim, foram muitos os ‘Ooohhh’ e Aaahhh’ de espanto provocados pelas atuações dos mágicos Brando y Silvana (da Argentina), Cayetano Lledó (Espanha) e Viktor Renner (Rússia). O João Simões, o José Ventura, o Luis Capela, o Paulo Marques e o Rui Gomes, que foram acompanhados pela professora Eurídice Rocha, gostaram do que viram – e, se calhar, ainda mais daquilo que um espetáculo de magia só permite adivinhar – e até puderam conviver um pouco com os artistas.

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Manhã de fados na Quinta da Conraria foi um momento inesquecível

As festas musicais temáticas da sala 1 da Unidade de Reabilitação de Deficientes Profundos (URDP) já são uma espécie de tradição na Quinta da Conraria. Todas as quartas-feiras, já se sabe que vai ser possível dançar e animar ao som de quizomba, música popular portuguesa ou outro género musical. Mas ontem (11 de abril), não foi exatamente assim que as coisas se passaram…

Porque, desta vez, fez-se silêncio para ouvir o fado! O professor de música da APCC – e cantor – Tiago Silva foi, como é habitual, o dinamizador da iniciativa, mas também assumiu a função de vocalista de serviço, sendo acompanhado por Carlos Antunes (guitarra portuguesa) e Francisco Carriço (viola), que generosamente aceitaram o convite que lhes foi dirigido e abrilhantaram uma manhã inesquecível para os utentes da URDP.

Quem ...

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Ontem houve uma lição de voo na Aula Aberta de Expressão Corporal

No grupo de Expressão Corporal da APCC, o corpo é um instrumento de trabalho. Sob a orientação da professora Mariana Nunes, estes utentes da instituição descobrem novas possibilidades, empurram limites para mais e mais longe, surpreendem e surpreendem-se com coisas que talvez eles próprios julgassem impossíveis. Fazem isto a cada sessão, sempre com redobrados entusiasmo e espanto.

Para este ano, decidiram que era importante que utentes de outras salas da Quinta da Conraria percebessem o trabalho que realizam e, por isso, abriram as suas aulas: uma vez por mês ao grupo de teatro, esporadicamente a outras respostas da Associação. Ontem, foi um desses dias, com uma Aula Aberta dedicada ao tema Voar.

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APCC recebeu crianças do Ensino Básico para um conto sensorial que lhes permitiu viajar pelo espaço

E se viajássemos ao espaço no gomo de uma tangerina? É este o desafio lançado pela APCC em “SENTI-CONTO-ESPA-CONTO-SENSA”, um espetáculo multimédia que é também um conto sensorial e que foi ontem (14 de dezembro) apresentado a um grupo de alunos da EB1 de Vendas de Ceira.

Nesta aventura embarcaram, além destes pequenos viajantes espaciais, 12 utentes da Unidade de Reabilitação de Deficientes Profundos (URDP) e do Centro de Atividades Ocupacionais (CAO) da Associação e técnicos e professores das áreas da educação especial, música e artes visuais. Todos juntos, usaram a nave espacial ‘estacionada’ na Sala Multiusos da Quinta da Conraria para viajar entre planetas que eram também sentidos.

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