Projetos

Há insetos na Quinta da Conraria… mas não são esses em que estão a pensar!…

“Insetos” é o nome da nova exposição da Sala O2 da Quinta da Conraria e vai ser inaugurada no dia 3 de dezembro, pelas 10H00. Trata-se de um conjunto de cerca de duas dezenas de linoleogravuras, produzidas pelos utentes daquela resposta do Centro de Atividades Ocupacionais da APCC, em que a observação direta se cruza com a imaginação, criando representações pessoais e únicas desse que é o mais diversificado grupo de animais existente.

A linoleogravura é um processo que consiste em recortar manualmente com goivas uma placa de linóleo, que é depois usada como matriz para proceder à técnica da gravura com tintagem e impressão, com prensa, em papel. Para esta coleção, foram impressas séries curtas – de cinco e dez unidades – com valor de coleção, que poderão ser adquiridas durante o tempo da exposição.

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Colaboradores da APCC e parceiros europeus avaliam inovações nos serviços às famílias, em semana de formação a decorrer em Coimbra

Através do Projeto LIFE, a APCC e os seus parceiros internacionais procuram desenvolver novas qualificações, produtos de formação e metodologias que conduzam a intervenções mais eficazes no trabalho com famílias em situações complexas e de múltiplas dificuldades. É com este enquadramento que cerca de trinta profissionais e académicos de Portugal, Eslovénia, Itália, Noruega e Suécia se encontram atualmente em Coimbra para uma semana intensa de formação.

Ao longo dos próximos dias, serão avaliadas particularmente as micro-inovações que cada profissional – de áreas como o serviço social, o bem-estar infantil, a saúde mental, a segurança social ou a educação – aplicou no trabalho diário na sua instituição, após ter sido verificada a necessidade de introdução das mesmas numa r...

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APCC procura encontrar respostas inovadoras na reabilitação, em projeto que promove a mobilidade e a aprendizagem dos colaboradores

Numa instituição como a APCC, é essencial procurar sempre melhorar a qualidade dos serviços prestado às pessoas com deficiência, encontrando respostas inovadoras para os desafios colocados pelos novos paradigmas sociais e económicos. Foi neste contexto que um grupo de colaboradores da Associação esteve na Noruega, para realizar um programa de formação no campo da reabilitação da paralisia cerebral.

Entre os dias 5 e 9 de novembro, foi possível àqueles profissionais conhecer as práticas e o enquadramento da atividade do Centro Hospitalar de Vestfold – um hospital regional com valências reconhecidas ao nível do diagnostico, avaliação funcional e tratamento – através da observação direta do trabalho desenvolvido e de visitas às infraestruturas e serviços associados.

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Já foi inaugurada a exposição “Persona”: fantoches que são retratos de utentes da APCC

Foi a primeira aparição pública da Romi, do Macacos, do Elogios, da Piolha, do Saltitão, da Mari, da Amargo, da Miau, da Dourada, do Pedrinho, do Kiko, do Nacol, do Cristiano, do Raimundo, do Eiló, do Panhóco, do Espetilão, da Princesa, do Cocas, e do Sapo. Quem são eles? São os fantoches que também são autorretratos dos utentes da Sala O2 da APCC, reunidos na exposição “Persona”, inaugurada na passada sexta-feira.

Esta foi também a primeira oportunidade para conhecer alguns dos autores – que são a Ana Margarida, o Titó, o Arménio, a Carina, o Carlos, a Cristina, a Dina Maria, a Dora, a Isabel, o João Pedro, o Jorge, o Kuís, o Marcelo, o Pedro, o Rafael, o Ricardo, o Ricardo André, a Rita Joana, o Sandro e o Vitor – e de perceber a dinâmica de trabalho e de criação daquele espaço.

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Tem de ver os autorretratos em forma de fantoches dos utentes da APCC!

Os autorretratos não têm semelhanças. E não é mera coincidência: são únicos. Por isso, cada um dos mais de vinte fantoches que constituem “Persona”, uma coleção de autorretratos dos utentes da Sala O2 da APCC, reflete a identidade individual e pessoal do seu autor, visto pelos seus próprios olhos. A exposição é inaugurada no dia 9 de novembro, pelas 10H30, na Quinta da Conraria e é obrigatória!

Será assim possível perceber como a Ana Margarida se ’transformou’ num fantoche batizado de Romi, a Carina na Piolha, o Jorge no Kiko ou o Ricardo no Panhóco, só para dar alguns exemplos. Estes fantoches são representações dos utentes por eles próprios e, de alguma forma, também uma apresentação, pelo que são acompanhados de cartões de visita, com o nome atribuído, a imagem do mesmo e o nome e imagem vetorizada do utente, assim como os contactos institucionais.

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