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Projeto europeu MAGISTER: inscreva-se já para webinar sobre saúde mental

É já depois de amanhã (31 de março) que se realizará o webinar “MAGISTER – Comunidade de aprendizagem para profissionais sobre saúde mental”, em que se fará uma partilha das conclusões do projeto MAGISTER, promovido pela APCC com parceiros da Roménia e da Áustria com o objetivo de contribuir para aumentar a inclusão social de pessoas afetadas por alguma forma de doença mental.

Pretende-se que seja um espaço para partilha de experiências relacionadas com aquele projeto europeu e o seu impacto, mas também de reflexão mais geral sobre a saúde mental. O programa prevê intervenções de José Lopes, da direção da APCC, e dos colaboradores Mário Veríssimo, Fernanda Maurício e Rosa Duarte, bem como de alguns dos profissionais formados neste âmbito.

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Lá para setembro, vão poder comer-se araçás-rosas no Lar de Apoio… mas primeiro temos de explicar o que aconteceu no Dia da Árvore

Desde ontem que há um cheirinho a Brasil no Lar de Apoio e tudo graças ao Dia da Árvore!… Passamos a explicar: para assinalar aquela data, os utentes daquela unidade residencial da APCC plantaram um pé de araçá-rosa, uma planta originária de terras brasileiras! Vai ficar no terraço, para que todos partilhem a responsabilidade de a regar e cuidar, e foi desde logo motivo para muitas perguntas…

«Como são as flores do araçá-rosa?» São brancas e com muitos estames e, se tudo correr bem, já vamos poder vê-las a partir de junho! «A que sabem os frutos?» Têm um sabor adocicado, semelhante ao da goiaba! «E quando podemos comê-los?» Amadurecem entre setembro e março, por isso, daqui a meio ano já devemos poder beber um sumo, comer uma compota ou simplesmente saborear um araçá-rosa no Lar de Apoio!

Talvez este...

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Projeto MAGISTER e os seus impactos já visíveis foram avaliados em reunião com técnicos portugueses de diversas instituições

O projeto MAGISTER, promovido pela APCC com parceiros da Roménia e da Áustria, teve início em outubro de 2018, num mundo muito diferente daquele em que vivemos agora. Tudo o que aconteceu entretanto, em particular no último ano, mudou profundamente os planos iniciais de desenvolvimento do projeto – obrigando a passar as atividades para um formato online – mas não impediu, por exemplo, que 48 técnicos de Portugal e da Roménia se tenham tornado formadores especializados na melhoria dos serviços prestados na área da saúde mental.

Com o objetivo de fazer um balanço deste percurso, os mais recentes novos formadores portugueses participaram esta semana numa sessão, inevitavelmente online, com responsáveis da APCC, que serviu ainda para uma entrega simbólica dos respetivos certificados. Em discussão, estiveram a importância deste projeto para cada um dos envolvidos, tanto a nível profissional, como pessoal.

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O que faz uma banda rock obrigada a confinar? Os 5ª Punkada respondem a esta questão…

Forçados a suspender espetáculos ao vivo e ensaios, os 5ª Punkada tiveram de dirigir a energia vital que percorre a sua música para outras alternativas. E então, o que têm feito o vocalista Fausto Sousa, os guitarristas Jorge Maleiro e Paulo Jacob, a teclista Fátima Pinho e o baterista Miguel Duarte nos últimos tempos? Pois bem, têm feito muita música, mas não da forma mais convencional nem com os resultados habituais…

À distância, o computador e o telemóvel têm sido parceiros fundamentais para facilitar a comunicação entre os membros do grupo, mas também têm sido utilizados para encontrar recursos que permitam adquirir e desenvolver competências musicais. E estas ‘descobertas’ têm sido muito importantes para dar continuidade ao trabalho em dois projetos iniciados em setembro do ano passado.

Para ...

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APCC colabora em projeto de investigação para criar sistema de controlo de cadeiras de rodas através do cérebro

Um grupo de seis utentes da APCC participou em várias experiências realizadas para testar a viabilidade de um sistema de interface cérebro-computador que garante um nível de fiabilidade sem precedentes no controlo de cadeiras de rodas através do cérebro. Por meio da realização de um conjunto de tarefas – simular percursos de navegação em situações como passagem de portas, corredores, acessos ou desvio de obstáculos e de pessoas – foi comprovada uma precisão de quase 100 por cento.

Estes resultados mostram, pela primeira vez, que é possível conceber um sistema com aquele tipo de interface com elevado desempenho e fiabilidade e controlado de forma natural por pessoas com forte limitação motora, sem elevado esforço mental do utilizador e ao seu ritmo. Isto porque a solução agora proposta apresenta um sistema de navegação que, por um lado, realiza as manobras finas de navegação e, por outro lado, corrige e interpreta possíveis comandos errados.

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