Com uma ajuda dos utentes da APCC, pode ser fácil encontrar o caminho para casa…

O ano letivo está quase a ser retomado e, na APCC, há motivos redobrados para estarmos entusiasmados com esse facto: vamos poder continuar o projeto “Caminho para Casa” que, desde o final de 2018, um grupo de utentes da Unidade de Reabilitação de Deficientes Profundos (URDP) tem estado a desenvolver com as crianças do Jardim de Infância do Areeiro.

Este projeto é uma síntese de vários exercícios, praticados ao longo de dois anos nas aulas de Expressão Corporal da sala 2 da URDP, sob a orientação da professora Mariana Nunes. Desta forma, e entendendo ‘casa’ como uma metáfora para corpo, os participantes podem passear pela rua dos desafios, virar à esquerda na rua da diversidade, atravessar a estrada do desconhecido, subir a calçada da diversão, passear à beira do rio de si próprios, seguir em frente na rua da partilha e finalmente chegar ao destino.

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Já é uma tradição: voltou a haver postais de Natal com história(s) trocados no Centro de Reabilitação

São postais que vêm de longe, no espaço e no tempo: em 2016, a voluntária alemã Katharina Bux teve a ideia de criar uma série de postais com inspiração natalícia, para que os colaboradores do Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral os usassem para trocar entre si mensagens de Natal. E assim nasceu uma ‘tradição’ na APCC!

Apesar de a Katharina já ter há muito regressado a casa, todos os anos continuam a chegar-nos postais que dizem ‘Boas Festas’ e ‘Feliz Natal’, mas também outras palavras que não estão escritas neles: amor, amizade, família. E assim, com uma ajuda do Gabinete de Voluntariado, muitos postais continuam a ‘voar’ nesta quadra pelos corredores da Associação e a ir parar a mãos que se alegram por recebe-los.

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O primeiro dia já lá vai, mas ainda tem até amanhã para vir à Quinta Natal da APCC!

No Mercado de Natal, há muito o que conhecer e comprar: peças de artesanato, peças de decoração, legumes, bolachas e biscoitos, compotas e tanto mais. E se sair de lá – ou da Feira do Livro – com a prenda que lhe faltava, pode passar pela Fábrica dos Embrulhos e quem sabe juntar-lhe um postal. É provável que não consiga também deixar de espreitar a Formação ao Vivo (ontem, houve demonstrações de tratador de equinos, auxiliar de cozinheiro e serralheiro, por exemplo) e não deve mesmo perder a Oficina do Conto.

Abriu ontem (19 de dezembro) a Quinta Natal da APCC, que se prolonga por três dias e está a transformar a Quinta da Conraria numa grande festa da área de Formação da instituição, com tanto que há para descobrir sobre a oferta formativa e as atividades e produtos a ela ligados. Foram já muitos os que aproveitaram a oportunidade – público externo, bem como utentes e colaboradores da Associação – mas até sexta-feira ainda há bastante para acontecer.

O Mer...

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Um Convívio de Natal em família, cheio de talento(s) e animação

O Convívio de Natal da Quinta da Conraria é uma verdadeira festa de partilha na APCC: começa bem antes da data marcada, com todos os serviços a prepararem as decorações e a deixarem logo ali a sua marca. Depois, o programa é sempre preenchido pelas estrelas ‘da casa’, algumas a mostrarem de novo o(s) talento(s) que já lhes reconhecemos e outras a surpreenderem-nos com atuações fantásticas.

E ontem, sob o tema “Magia de Natal”, voltaram a não faltar muitos momentos… mágicos! Houve música (com o Paulo Casal e a Tatá, a Raquel Miranda, o Fernando Figueiredo, o grupo “Os Cantares da Quinta”, o Coro da Formação Profissional, o Jorge ‘Fadista’ Maleiro e o Coro da Quinta), houve dança (com uma muito especial colaboração entre utentes da APCC e alunos do ITAP e com os grupos “Todos Dançam” e “Encostados à Parreira”), houve teatro (pela Formação Profissional), houve poesia (com a Liliana, a Paula e a Lúcia a declamarem poemas de Fernando Carvalho e da URDP II) e houve, sobretudo, muita, mas mesmo muita animação.

No fi...

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“Sinto Flores…”: já pode ver e comprar a nova coleção de desenhos do Departamento de Expressão Plástica

«Primeiro há o traço descontrolado dos lápis, as cores são misturadas com todos os músculos do corpo, exercício árduo de luz e exaltação. Aprofunda-se o olhar para o esboço das flores, pétala a pétala, sépalas abertas em verde orvalhado, pólen em pó, sombras com contornos de sol e de mel.

A partir do vazio, as formas se formam para dar mais espaço à realidade. Este é a marca predominante onde se evidência a singularidade de cada trabalho. As assinaturas são bem explícitas, seja pelo braço retorcido, pelo pescoço mais alongado, pela concentração que salta de esquecimento em esquecimento sem nunca se pôr em fuga, pelo pé que aperta a noite entre os dedos, pela dor levada em ombros sem se deixar vencer, pelo esforço que inventa a força, pela plenitude que se concretiza e se faz alma, inspiração e fundamento».

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